Olá, meu nome é Thaíssa, sou Médica Psiquiatra formada pela Fameplac, especialista em medicina do sono pelo Instituto do Sono de São Paulo e pós-graduada em psiquiatria forense pela USP.
No momento, além de atender em consultório, sou psiquiatra do Centro de Atenção Psicossocial de Brasília (CAPS III), preceptora do internato em medicina do UNICEUB e da residência médica em psiquiatria da FEPECS.
Tenho como pontos fortes a constante atualização em psiquiatria, medicina do sono e psiquiatria forense, meu interesse acadêmico e no ensino, além da minha participação em congressos e eventos nacionais e internacionais. Meu maior desafio é oferecer um atendimento humanizado, onde busco integrar a parte biológica, psíquica e social que existe em cada um.
Atendo em clínica particular em Brasília, somente consultas particulares. Minha consulta dura em torno de 50-60 minutos.
Na busca incessante por qualidade e bem estar, desenvolvi um local acolhedor e confortável. Espero assim que a sua experiência de vir ao consultório se torne mais agradável e positiva.
Resumo da Minha Formação
Graduada em Medicina pela FACULDADE INTEGRADA DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL – FACIPLAC, Brasília – DF;
Residência Médica em Psiquiatria pelo HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS – HFA, Brasília – DF;
Título de Especialista em Medicina do Sono pelo INSTITUTO DO SONO SÃO PAULO – AFIP, São Paulo – SP
Pós-Graduanda em Psiquiatria Forense pelo Instituto de Psiquiatria – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP, São Paulo – SP
Preceptora Oficial do Internato do curso de medicina –UNICEUB
Área de Atuação: Atua na área de Psiquiatria Clínica, com ênfase em Medicina do Sono e Psiquiatria Forense.
Olá, meu nome é Thaíssa, sou médica psiquiatra formada pela Fameplac, especialista em medicina do sono pelo Instituto do Sono de São Paulo e pós-graduada em psiquiatria forense pela USP.
No momento, além de atender em consultório, sou psiquiatra do Centro de Atenção Psicossocial de Brasília (CAPS III), preceptora do internato em medicina do UNICEUB e da residência médica em psiquiatria da FEPECS.
Tenho como pontos fortes a constante atualização em psiquiatria, medicina do sono e psiquiatria forense, meu interesse acadêmico e no ensino, além da minha participação em congressos e eventos nacionais e internacionais. Meu maior desafio é oferecer um atendimento humanizado, onde busco integrar a parte biológica, psíquica e social que existe em cada um.
Atendo em clínica particular em Brasília, somente consultas particulares. Minha consulta dura em torno de 50-60 minutos.
Na busca incessante por qualidade e bem estar, desenvolvi um local acolhedor e confortável. Espero assim que a sua experiência de vir ao consultório se torne mais agradável e positiva.
Resumo da Minha Formação
Graduada em Medicina pela FACULDADE INTEGRADA DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL – FACIPLAC, Brasília – DF;
Residência Médica em Psiquiatria pelo HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS – HFA, Brasília – DF;
Título de Especialista em Medicina do Sono pelo INSTITUTO DO SONO SÃO PAULO – AFIP, São Paulo – SP
Pós-Graduanda em Psiquiatria Forense pelo Instituto de Psiquiatria – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP, São Paulo – SP
Preceptora Oficial do Internato do curso de medicina –UNICEUB
Área de Atuação: Atua na área de Psiquiatria Clínica, com ênfase em Medicina do Sono e Psiquiatria Forense.
Quando procurar um psiquiatra?
Por via de regra, quando os problemas de estrutura emocional passam a afetar de forma habitual as atividades rotineiras. Por exemplo, insônia frequente, mudanças no estado de humor, falta de atenção, choro fácil ou indisposição prejudicando o trabalho e as relações interpessoais.
O que é tratado pelo psiquiatra?
Estes e outros sintomas podem apontar o início de uma depressão ou o surgimento de doenças como o transtorno bipolar, transtorno de pânico ou de estresse pós-traumático. A ansiedade também provoca uma série de reações físicas no corpo, como taquicardia, palpitações, tremedeira e falta de ar. Por isso a ajuda de um psiquiatra é tão importante: para que o paciente retome a vida com qualidade no sono, nas relações, estudos e trabalho.
Como o psiquiatra pode ajudar?
Primeiro, o psiquiatra recebe o paciente e tenta deixa-lo bem á vontade. Por meio de uma boa conversa, construindo uma anamnese, avaliará suas questões emocionais e, por meio disso, procurará entender o que causou seus problemas. Após a compreensão das motivações e reais necessidades do paciente, será indicado um tratamento específico para que suas angústias sejam resolvidas de forma eficiente e imediata.
Por via de regra, quando os problemas de estrutura emocional passam a afetar de forma habitual as atividades rotineiras. Por exemplo, insônia frequente, mudanças no estado de humor, falta de atenção, choro fácil ou indisposição prejudicando o trabalho e as relações interpessoais.
Estes e outros sintomas podem apontar o início de uma depressão ou o surgimento de doenças como o transtorno bipolar, transtorno de pânico ou de estresse pós-traumático. A ansiedade também provoca uma série de reações físicas no corpo, como taquicardia, palpitações, tremedeira e falta de ar. Por isso a ajuda de um psiquiatra é tão importante: para que o paciente retome a vida com qualidade no sono, nas relações, estudos e trabalho.
Primeiro, o psiquiatra recebe o paciente e tenta deixa-lo bem á vontade. Por meio de uma boa conversa, construindo uma anamnese, avaliará suas questões emocionais e, por meio disso, procurará entender o que causou seus problemas. Após a compreensão das motivações e reais necessidades do paciente, será indicado um tratamento específico para que suas angústias sejam resolvidas de forma eficiente e imediata.
Os adolescentes podem apresentar distúrbios mentais semelhantes aos adultos que, muitas vezes, são negligenciados pelo fato de serem jovens. Os diagnósticos mais comuns na adolescência são: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtornos alimentares e transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Quando procurar?
Alguns exemplos de sintomas são o desânimo no que antes gostavam de fazer, isolamento dos colegas e amigos, dificuldades em se relacionar com adultos e seus pares, queda do rendimento escolar, bem como falas relacionadas a desejos ou planejamento de suicídio. Quando seus filhos mostrarem regressão nas atividades escolares, apresentar desânimo no que antes gostava de fazer, notas baixas, isolam-se dos colegas e amigos, apresentarem dificuldades em se relacionar com adultos e outras crianças, medo de dormir sozinho, falta de apetite, passarem mais tempo no celular/computador ou jogando vídeo-game entre outros sintomas.
O que é tratado?
Os adolescentes podem apresentar distúrbios mentais semelhantes aos adultos que muitas vezes são negligenciados pelo fato de serem adolescentes. Os diagnósticos mais comuns na juventude, são: Depressão, Síndrome do Pânico, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Como o psiquiatra pode ajudar?
Ouvindo, acolhendo, diagnosticando e, a partir daí, tratando farmacologicamente ou encaminhando o adolescente para as avaliações necessárias. De maneira lúdica e atenciosa, o Psiquiatra atenderá o paciente para diagnosticá-lo e oferecer a melhor recomendação ou tratamento. Desse modo, o paciente conseguirá melhorar a qualidade de vida e não ter seu desenvolvimento prejudicado.
Os adolescentes podem apresentar distúrbios mentais semelhantes aos adultos que, muitas vezes, são negligenciados pelo fato de serem jovens. Os diagnósticos mais comuns na adolescência são: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtornos alimentares e transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Alguns exemplos de sintomas são o desânimo no que antes gostavam de fazer, isolamento dos colegas e amigos, dificuldades em se relacionar com adultos e seus pares, queda do rendimento escolar, bem como falas relacionadas a desejos ou planejamento de suicídio. Quando seus filhos mostrarem regressão nas atividades escolares, apresentar desânimo no que antes gostava de fazer, notas baixas, isolam-se dos colegas e amigos, apresentarem dificuldades em se relacionar com adultos e outras crianças, medo de dormir sozinho, falta de apetite, passarem mais tempo no celular/computador ou jogando vídeo-game entre outros sintomas.
Os adolescentes podem apresentar distúrbios mentais semelhantes aos adultos que muitas vezes são negligenciados pelo fato de serem adolescentes. Os diagnósticos mais comuns na juventude, são: Depressão, Síndrome do Pânico, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Ouvindo, acolhendo, diagnosticando e, a partir daí, tratando farmacologicamente ou encaminhando o adolescente para as avaliações necessárias. De maneira lúdica e atenciosa, o Psiquiatra atenderá o paciente para diagnosticá-lo e oferecer a melhor recomendação ou tratamento. Desse modo, o paciente conseguirá melhorar a qualidade de vida e não ter seu desenvolvimento prejudicado.